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domingo, 10 de março de 2024

RESENHA: Bem-vindos à Livraria Hyunam-dong

Uma livraria comum num bairro pitoresco poderia passar despercebida. Mas a Livraria Hyunam-dong não é como as outras.
Yeongju tem se sentido desmotivada. Sua vida se tornou uma sucessão de frustrações e ela sente um vazio eterno no peito. Cansada de viver assim, ela decide deixar tudo para trás e colocar em prática um antigo sonho: abrir uma livraria.
Desde a infância, Yeongju encontra conforto nos livros, e abrir uma livraria parece ser a solução ideal para os seus problemas. Mas começar um negócio nunca é fácil, e ela precisa aprender que ser uma amante dos livros não é o suficiente para tornar o seu sonho realidade.
Conforme vai entendendo como administrar uma livraria, Yeongju também descobre mais sobre si mesma e quem ela quer ser. Cercada por livros, ela encontra um novo significado para a vida à medida que a Livraria Hyunam-dong se transforma em um espaço convidativo para que almas feridas descansem, se curem e descubram o que realmente importa. E quando os clientes começam a se sentir confortáveis para compartilhar suas histórias, experiências, esperanças e emoções naquele espaço, Yeongju finalmente sente que encontrou o seu lugar.
Repleto de diálogos sinceros e profundos, Bem-vindos à Livraria Hyunam-dong é uma história emocionante sobre os momentos decisivos da nossa vida e como os livros são capazes de curar feridas e mudar as pessoas.

terça-feira, 5 de março de 2024

RESENHA: A República do Dragão (A Guerra da Papoula - Livro 02)

Na sequência da série best-seller A Guerra da Papoula, Rin precisa lidar com as consequências de seus atos enquanto constrói uma aliança para destruir o Império.
No Império Nikara, a guerra é o início e o fim de tudo, e a paz é apenas uma ilusão. A vitória na Terceira Guerra da Papoula foi garantida e o inimigo foi derrotado, mas as doze províncias estão afundadas em miséria, matança e destruição, prontas para retomar antigas rivalidades em conflitos locais por poder. A nação pode ruir a qualquer momento, e a esperança de salvá-la reside, mais uma vez, em uma única pessoa: Fang Runin.
Rin. A guerreira que salvou o Império. Que cometeu atrocidades inimagináveis. Que usou seus poderes xamânicos para varrer a Federação de Mugen do mapa. À noite, os gritos de suas vítimas não a deixam dormir. Para aliviar a culpa sufocante que sente e deter o fogo e a fúria da Fênix dentro de si, ela se entrega ao vício em ópio.
Embora não veja mais sentido em viver, Rin se recusa a morrer antes de se vingar da Imperatriz, a mulher que traiu a nação. Para isso, a jovem une forças com o poderoso líder da Província do Dragão, que planeja conquistar o Império, depor a governante e criar uma nova república.
Em meio a maquinações políticas, negociações militares e conspirações, Rin não sabe em quem confiar, mas tem certeza de que uma nova guerra se anuncia. E, dessa vez, a Fênix terá uma oponente à altura.
No segundo volume da trilogia best-seller A Guerra da Papoula, R.F. Kuang mostra novamente por que se tornou um dos nomes mais importantes da fantasia atual, trazendo elementos da história militar chinesa em uma trama sombria e incendiária sobre poder, loucura e as consequências devastadoras da guerra.

sábado, 23 de setembro de 2023

RESENHA: Na estrada com o ex (Intrínsecos #39)

Addie e sua irmã estão prestes a embarcar em uma épica viagem até o casamento de uma amiga na parte rural da Escócia. Elas já planejaram tudo para a aventura: desde a playlist até os lanches.
Mas, não muito tempo depois de partirem, o carro delas sofre uma batida. O motorista é ninguém menos que o ex-namorado de Addie, Dylan, a quem ela tem evitado desde um traumático término, dois anos atrás.
Dylan e seu melhor amigo também estão indo ao casamento, e o carro deles fica destruído, então Addie não tem escolha a não ser oferecer uma carona aos dois. O carro logo fica lotado de bagagens e segredos e, com uma distância de 400km à frente, Dylan e Addie não podem evitar confrontar o complicado passado de seu relacionamento…
Eles chegarão ao casamento a tempo? E, mais importante, é o fim da estrada para Addie e Dylan?

Meu terceiro livro da Beth O'Leary me despertou sentimentos bem ruins. O que foi uma pena, afinal amo Teto para dois e acho A troca muito sensível.

segunda-feira, 24 de julho de 2023

RESENHA: Forward (Intrínsecos #36)

Para alguns, a tecnologia é o prenúncio do fim do mundo. Para outros, é apenas o começo. Entre os dois extremos, estão os contos reunidos em "Forward". Encabeçada pelo escritor e roteirista Blake Crouch (Recursão, Matéria Escura) e povoada por N. K. Jemisin (Nós Somos a Cidade), Veronica Roth (série Divergente), Amor Towles (Um Cavalheiro em Moscou), Paul Tremblay (Na Escuridão da Mente) e Andy Weir (Perdido em Marte), a coletânea combina o melhor de cada autor, em narrativas que vão da ficção científica especulativa à ação e ao suspense.
Seja em Vegas, seja em uma Terra utópica, a verdade é que nossos dilemas se reeditam infinitamente em torno do que nos faz humanos - paixões, medos, sonhos, ambições... independentemente dos saltos tecnológicos e de qualquer ensaio do futuro. É disso que trata "Forward". É disso que trata a vida.

Essa coletânea reúne autores bem conhecidos do grande público, mas da lista eu li somente um. Ficção científica sempre rende bons debates e fui animada conhecer a escrita dos autores.

segunda-feira, 5 de junho de 2023

RESENHA: A guerra da Papoula (A guerra da Papoula - Livro 01)

A guerra está no coração do Império Nikara, e o ópio corre em suas veias. No passado, os heróis que formaram a Trindade uniram a nação contra a poderosa Federação de Mugen, e acreditava-se que eles caminhavam entre os deuses.
Décadas depois, a paz reina, mas há boatos de que a Terceira Guerra da Papoula pode estourar a qualquer momento, e a academia militar mais prestigiada do Império prepara seus estudantes para o combate: filhos da elite e, inesperadamente, uma órfã de guerra.
Obrigada a se casar com um homem asqueroso, a jovem Rin fez de tudo para reescrever o próprio destino. Estudou para o exame imperial por pura teimosia e, quando conseguiu uma vaga na academia, acreditou estar salva.
Mas ela logo aprende que uma garota pobre e de pele escura não tem muito valor naquele lugar. Hostilizada pelos professores e colegas, Rin treina com afinco. Com a ajuda de um mestre excêntrico e de substâncias psicoativas, a jovem passa a cultivar poderes xamânicos e a acessar a força incandescente de uma deusa vingativa, a perigosa Fênix.
Quando o conflito com o país vizinho eclode, Rin entende que, para ganhar a guerra, talvez tenha que perder sua humanidade.
Em A Guerra da Papoula, R.F. Kuang constrói com maestria um universo de deuses e monstros inspirado na Segunda Guerra Sino-Japonesa, na história militar da China no século XX e na ascensão de Mao Tsé-Tung ao poder. Considerado uma das 100 melhores fantasias de todos os tempos pela revista Time, o livro é uma história brutal e comovente sobre uma jovem que deseja salvar sua nação a qualquer custo e as consequências devastadoras da guerra.

terça-feira, 17 de maio de 2022

RESENHA: Viúva de Ferro (Duologia Viúva de Ferro #1)

Em Huaxia, a maior honra concedida a uma garota é sua escolha para a função de piloto-concubina, servas conectadas a pilotos homens para juntos fornecerem energia vital às crisálidas — máquinas de guerra gigantes que protegem a humanidade dos alienígenas além da Grande Muralha. Essa conexão mental tão intensa e poderosa entre piloto e concubina com frequência leva as jovens à morte, garantindo à família delas uma recompensa financeira do Estado. Aos dezoito anos, Wu Zetian se alista como concubina com apenas um objetivo em mente: vingança.
Seu plano é matar o piloto que tirou a vida de sua irmã, mas a situação toma um rumo brutal e inesperado, e Zetian recebe um título muito temido: Viúva de Ferro, uma mulher que, ao contrário do esperado, suga a energia dos homens nas crisálidas e os leva à morte.
Numa tentativa de minar suas habilidades mentais extremamente poderosas, o exército a pareia com Li Shimin, o piloto mais forte e controverso de Huaxia, um guerreiro que nunca erra seu alvo. Mas agora que Zetian sabe do que é capaz, não vai recuar tão facilmente, usando todas as suas armas para sobreviver e destruir de uma vez por todas um sistema que despreza a vida de meninas e mulheres.
Em Viúva de Ferro, Xiran Jay Zhao constrói com maestria um universo audacioso e original, unindo ficção científica, fantasia e elementos da história chinesa ao reimaginar a jornada da primeira e única imperatriz da China, Wu Zetian, em um futuro distópico, ameaçador e eletrizante.

segunda-feira, 2 de maio de 2022

RESENHA: Kim Jiyoung, nascida em 1982

Com narrativa sutil e ao mesmo tempo arrebatadora, Kim Jiyoung, nascida em 1982 retrata a realidade de uma jovem coreana e os profundos impactos da desigualdade de gênero na vida das mulheres.
Em um pequeno apartamento nos arredores da frenética Seul vive Kim Jiyoung. Uma millennial comum, Jiyoung largou seu emprego em uma agência de marketing para cuidar da filha recém-nascida em tempo integral ― como se espera de tantas mulheres coreanas. Mas, em pouco tempo, ela começa a apresentar sintomas estranhos, que preocupam o marido e os sogros: Jiyoung personifica vozes de outras mulheres conhecidas ― vivas e mortas. A estranheza de seu comportamento cresce na mesma proporção que a frustração do marido, que acaba aconselhando a esposa a se consultar com um psiquiatra.
Toda a sua trajetória é, então, contada ao médico. Nascida em 1982 e com o nome mais comum entre as meninas coreanas, Kim Jiyoung rapidamente se dá conta de como é desfavorecida frente ao irmão mimado. Seu comportamento sempre é vigiado e cobrado pelos homens ao seu redor: desde os professores do ensino fundamental, que impõem uniformes rígidos às meninas, até os colegas de trabalho, que instalam uma câmera escondida no banheiro feminino para postar fotos íntimas das mulheres em sites pornográficos. Aos olhos do pai, é culpa de Jiyoung que os homens a assediem; aos olhos do marido, é dever dela abandonar a carreira para cuidar da casa e da filha.
A vida dolorosamente comum de Kim Jiyoung vai contra os avanços da Coreia do Sul, uma vez que o país abandona as políticas de controle de natalidade e “planejamento familiar” ― que privilegiava o nascimento de meninos ― e aprova uma nova legislação contra a discriminação de gênero. Diante de tudo isso, será que seu psiquiatra pode curá-la ou sequer descobrir o que realmente a aflige? Best-seller internacional, Kim Jiyoung, nascida em 1982 é uma obra poderosa e contemporânea que não só atinge o âmago da individualidade feminina, como também questiona o papel da mulher em âmbito universal.

quarta-feira, 23 de março de 2022

RESENHA: Estação Onze

Certa noite, o famoso ator Arthur Leander tem um ataque cardíaco no palco, durante a apresentação de Rei Lear. Jeevan Chaudhary, um paparazzo com treinamento em primeiros socorros, está na plateia e vai em seu auxílio. A atriz mirim Kirsten Raymonde observa horrorizada a tentativa de ressuscitação cardiopulmonar enquanto as cortinas se fecham, mas o ator já está morto. Nessa mesma noite, enquanto Jeevan volta para casa, uma terrível gripe começa a se espalhar. Os hospitais estão lotados, e pela janela do apartamento em que se refugiou com o irmão, Jeevan vê os carros bloquearem a estrada, tiros serem disparados e a vida se desintegrar.
Quase vinte anos depois, Kirsten é uma atriz na Sinfonia Itinerante. Com a pequena trupe de artistas, ela viaja pelos assentamentos do mundo pós-calamidade, apresentando peças de Shakespeare e números musicais para as comunidades de sobreviventes.
Abarcando décadas, a narrativa vai e volta no tempo para descrever a vida antes e depois da pandemia. Enquanto Arthur se apaixona e desapaixona, enquanto Jeevan ouve os locutores dizerem boa-noite pela última vez e enquanto Kirsten é enredada por um suposto profeta, as reviravoltas do destino conectarão todos eles. Impressionante, único e comovente, Estação Onze reflete sobre arte, fama e efemeridade, e sobre como os relacionamentos nos ajudam a superar tudo, até mesmo o fim do mundo.

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2022

RESENHA: A filha das profundezas

Em sua mais nova aventura, Rick Riordan constrói uma releitura apaixonante e divertida de Vinte mil léguas submarinas, clássico de Júlio Verne
Depois de nos encantar e nos fazer gargalhar com as façanhas e confusões de inúmeros deuses, semideuses e pobres mortais desavisados, o autor best-seller da série Percy Jackson e os olimpianos se lança em uma nova aventura, dessa vez no fundo do mar. Inspirado em Vinte mil léguas submarinas, clássico de Júlio Verne, Riordan nos conduz em uma viagem eletrizante até as profundezas do oceano.
Ainda em terra firme, conhecemos Ana Dakkar, uma das estudantes mais dedicadas da Academia Harding-Pencroft, uma escola que forma os melhores cientistas marinhos, guerreiros navais, navegadores e exploradores submarinos do mundo. Seus pais morreram em uma expedição científica dois anos antes, e a única família que lhe restou foi o irmão mais velho, Dev.
A jovem e os demais alunos de sua turma se preparam para uma prova final importante e secreta. Ana tem muitas expectativas para a atividade, que vão por água abaixo quando testemunha uma terrível tragédia que mudará para sempre sua vida e a de seus amigos. Para piorar, a escola rival, o Instituto Land, está determinada a transformar os alunos da Harding-Pencroft em comida de peixe. Animador, não?

quinta-feira, 16 de dezembro de 2021

RESENHA: Os dois morrem no final

No dia 5 de setembro, pouco depois da meia-noite, Mateo Torrez e Rufus Emeterio recebem uma ligação da Central da Morte. A notícia é devastadora: eles vão morrer naquele mesmo dia.
Os dois não se conhecem, mas, por motivos diferentes, estão à procura de um amigo com quem compartilhar os últimos momentos, uma conexão verdadeira que ajude a diminuir um pouco a angústia e a solidão que sentem. Por sorte, existe um aplicativo para isso, e é graças a ele que Rufus e Mateo vão se encontrar para uma última grande aventura: viver uma vida inteira em um único dia.
Uma história sensível e emocionante, Os Dois Morrem no Final nos lembra o que significa estar vivo. Com seu olhar único, Adam Silvera mostra que cada segundo importa, e mesmo que não haja vida sem morte, nem amor sem perda, tudo pode mudar em 24 horas.

Eu me enganei porque quis. O título deu a dica, eu escolhi sofrer.

Foi minha primeira experiência lendo um livro solo do Adam Silvera, tive contato com sua escrita em E se fosse a gente? e gostei bastante. Porém não tinha visto a potência de um escrito somente dele e imagino ter começado com o mais poderoso.

terça-feira, 2 de novembro de 2021

RESENHA: Lendários (Lendários - Livro 01)

Um dos livros mais aguardados do ano, Lendários é uma fantasia apaixonante que une magia, mistério e sociedades secretas, trazendo um novo olhar sobre as lendas do rei Arthur.
Partir parecia a fuga perfeita para Bree Matthews. Na verdade, a única fuga possível. Após perder a mãe, tudo que a menina de dezesseis anos quer é se manter longe das lembranças e das palavras carregadas de ressentimento na última discussão que tiveram. Por isso, Bree decide entrar em um programa da Universidade da Carolina do Norte para estudantes de excelência acadêmica. Um novo começo, distante da pessoa que ela era antes de tudo desmoronar. Mas então, em seu primeiro dia no novo lar, Bree vê um demônio, e essa descoberta aterrorizante a conduzirá até os Lendários, membros de uma ordem secreta formada por descendentes dos cavaleiros da Távola Redonda do rei Arthur, jovens responsáveis por caçar e destruir essas criaturas demoníacas e proteger a humanidade. Aos poucos, entre memórias enevoadas, ela percebe que não é a primeira vez que se depara com os Lendários, e que esse reencontro pode não ser mera coincidência. Com a ajuda de Nick, um ex-membro que quer distância da Ordem, Bree se infiltra nesse mundo de magia, privilégios e segredos para descobrir o que realmente aconteceu em seu passado. Ela só não contava que precisaria lidar com a desconfiança de um feiticeiro misterioso e com uma verdade avassaladora: os Lendários não são os únicos com o dom da magia. Dentro de Bree há uma força ancestral que ela ainda não consegue entender, mas que pode ser decisiva quando Camlann, a guerra final entre magos e demônios, chegar. Resta a Bree decidir se usará essa força para se unir à luta da Ordem ou para destruí-la de vez.

quarta-feira, 20 de outubro de 2021

RESENHA: A trança

Fenômeno de vendas internacional conta a história entrelaçada de três mulheres em continentes diferentes, mas com a mesma sede de liberdade
Smita é uma intocável, membro da casta mais inferior da Índia. Seu grande sonho é ver a filha escapar da condição miserável em que vivem e ter acesso à educação formal. Na Sicília, Giulia trabalha como ajudante na oficina do pai. Mas, quando ele sofre um acidente e ela precisa assumir o comando, logo percebe que o negócio está à beira da ruína.
No Canadá, Sarah é uma advogada renomada. Quando está prestes a ser promovida a chefe no escritório em que trabalha, descobre estar gravemente doente.
Sem saber que estão conectadas por suas questões mais íntimas, Smita, Giulia e Sarah recusam o destino que lhes está reservado e decidem lutar contra ele. Vibrantes, suas histórias remontam a uma imensa gama de emoções muito familiares e que, por isso, tecem uma trama que fala sobre dois aspectos essenciais de nossas vidas: esperança e solidariedade.

terça-feira, 14 de setembro de 2021

Graphic novel: Biblioteca Gaiman - Volume 01

Sem medo de desbravar novos mundos e com um talento único para construir tramas e universos extraordinários, Neil Gaiman é um dos escritores mais aclamados da literatura. Com a publicação de Sandman, no final da década de 1980, o autor foi catapultado ao sucesso — a HQ revolucionou o gênero e conquistou milhares de leitores. Desde então, Gaiman navegou por inúmeros estilos e formatos, mas até hoje os quadrinhos ocupam posição de destaque em sua vasta e deslumbrante carreira. Para honrar o gênero que o consagrou, a Intrínseca dá início à publicação de um projeto inédito e exclusivo, uma coleção que reúne histórias do autor adaptadas para os quadrinhos por artistas renomados: a Biblioteca Gaiman.
Em edição de luxo com capa dura e fitilho, além de ilustração de capa assinada por Shiko, prefácio de Cris Peter e projeto gráfico de Antonio Rhoden, o primeiro volume da coleção traz cinco histórias que contêm a estranheza subversiva tão característica das obras de Gaiman, que ganham vida com as artes dos brilhantes Shane Oakley, Michael Zulli, P. Craig Russell e John Bolton.

segunda-feira, 16 de agosto de 2021

RESENHA: Em busca da feição real (It’s Okay To Not Be Okay #05)

Com personagens cativantes e uma estética inovadora, o drama sul-coreano It’s Okay to Not Be Okay (Tudo bem não ser normal) conquistou uma legião de fãs ao redor do mundo e movimentou as redes sociais brasileiras a cada novo episódio lançado pela Netflix. Na produção, uma escritora de livros infantis bastante peculiar, um enfermeiro que trabalha em um hospital psiquiátrico e seu irmão mais velho, com transtorno do espectro autista, precisarão enfrentar seus traumas e medos para conseguir vivenciar o amor e criar laços.
Poéticas, impactantes e com belas ilustrações, as obras da personagem Ko Moon-young são os fios condutores da trama e encantaram os espectadores. Agora, a coleção está completa com a chegada dos dois últimos títulos. Contos de fadas modernos, essas narrativas cativantes, por vezes sombrias, abordam com honestidade temas como egoísmo, abandono, amor, empatia e felicidade.
Era uma vez um castelo nas profundezas de uma floresta. Nele viviam três crianças que tiveram suas feições reais roubadas por uma bruxa. Com o passar do tempo, elas decidem que, para serem felizes novamente, precisam recuperar seus rostos. Então embarcam em uma jornada repleta de desafios e de encontros surpreendentes, que vai lhes ensinar que para sermos felizes de verdade precisamos de coragem para nos livrarmos de nossas máscaras.

sábado, 24 de julho de 2021

HQ: Descender - Lua mecânica (Descender #02)

No segundo volume da série vencedora do Eisner Awards, o androide Tim-21 chega a um novo planeta que pode ser exatamente o que ele procurava. Mas nem tudo é o que parece… A última lembrança de Tim-21 foi o beijo de boa-noite de sua mãe humana. Ao despertar, dez anos depois, ele se depara com uma realidade aterrorizante. Ao narrar a luta do jovem androide para sobreviver em um mundo que deseja aniquilá-lo, Jeff Lemire, criador de Black Hammer, e Dustin Nguyen deram vida a Descender, um épico comovente e apaixonante que conquistou milhares de fãs e foi agraciado com o Eisner, um dos prêmios mais importantes dos quadrinhos. No segundo volume, Lua Mecânica, que reúne os fascículos de 7 a 11, os autores dão sequência à jornada eletrizante de Tim-21 e seus amigos. Novas alianças se formam, antigas ameaças se fortalecem, e a chegada do robô a um lugar misterioso pode mudar drasticamente o destino da galáxia. No passado, robôs gigantes conhecidos como Ceifadores destruíram planetas e civilizações, criando nos que restaram uma aversão às máquinas. Desde então, foram implementadas políticas de perseguição e extermínio de robôs. Essa caça implacável põe em risco a vida de Tim-21, que pode conter em seu código vestígios dos assassinos do passado, o que faz dele o ser mais procurado do universo. Mas talvez ele não seja o único. Ao lado dos amigos, ele percorre planetas e galáxias, desviando de inimagináveis perigos para tentar sobreviver. Quando chega a um novo planeta, percebe que esse lugar surpreendente pode ser o que ele tanto procura: um lar. Mas será que é mesmo seguro? Arrebatadora, a série Descender é uma odisseia cósmica que discute temas como família, amizade, intolerância e a relação muitas vezes conflituosa entre humanos e tecnologia. Sucesso de público e crítica, teve os direitos de adaptação para o cinema adquiridos pela Sony Pictures e para a TV pela NBCUniversal International Studios.

sábado, 3 de julho de 2021

RESENHA: A Mão e o Tamboril (It’s Okay To Not Be Okay #4)

Com personagens cativantes e uma estética inovadora, o drama sul-coreano It’s Okay to Not Be Okay (Tudo bem não ser normal) conquistou uma legião de fãs ao redor do mundo e movimentou as redes sociais brasileiras a cada novo episódio lançado pela Netflix. Na produção, uma escritora de livros infantis bastante peculiar, um enfermeiro que trabalha em um hospital psiquiátrico e seu irmão mais velho, com transtorno do espectro autista, precisarão enfrentar seus traumas e medos para conseguir vivenciar o amor e criar laços.Poéticas, impactantes e com belas ilustrações, as obras da personagem Ko Moon-young são os fios condutores da trama e encantaram os espectadores. Agora, a coleção está completa com a chegada dos dois últimos títulos. Contos de fadas modernos, essas narrativas cativantes, por vezes sombrias, abordam com honestidade temas como egoísmo, abandono, amor, empatia e felicidade.Era uma vez uma mãe que amava muito a filha e que jurou lhe dar tudo, até o Sol e a Lua. Ela a mimava de todas as formas, tornando-a completamente dependente e incapaz de agir por conta própria. Quando a mãe então implora pela ajuda da filha, a criança nada tem a oferecer, e as consequências dessa relação conflituosa são drásticas.

sexta-feira, 18 de junho de 2021

RESENHA: O Cão Alegre (It’s Okay To Not Be Okay #3)

Com personagens cativantes e uma estética inovadora, o drama sul-coreano It’s Okay to Not Be Okay (Tudo bem não ser normal) conquistou uma legião de fãs ao redor do mundo e movimentou as redes sociais brasileiras a cada novo episódio lançado pela Netflix. Na produção, uma escritora de livros infantis bastante peculiar, um enfermeiro que trabalha em um hospital psiquiátrico e seu irmão mais velho, com transtorno do espectro autista, precisarão enfrentar seus traumas e medos para conseguir vivenciar o amor e criar laços.
Poéticas, impactantes e com belas ilustrações, as obras da personagem Ko Moon-young são os fios condutores da trama e encantaram os espectadores. Agora, esses contos de fadas modernos chegam às mãos do público brasileiro, em narrativas perturbadoras e comoventes que abordam com honestidade e crueza temas como solidão, liberdade, tristeza e afeto.
Em O cão alegre, conhecemos um cãozinho que vivia amarrado a uma árvore na entrada de um vilarejo. Ele sempre abanava o rabo e era muito brincalhão, mas, ao cair da noite, só fazia chorar, porque na verdade queria se livrar da coleira e correr pelo campo florido sem amarras. Num dia ensolarado, numa conversa com seu coração, o cão se dá conta de que a chave para sua liberdade pode estar mais perto do que ele imaginava.

sábado, 5 de junho de 2021

RESENHA: Criança Zumbi (It’s Okay To Not Be Okay #2)

Com personagens cativantes e uma estética inovadora, o drama sul-coreano It’s Okay to Not Be Okay (Tudo bem não ser normal) conquistou uma legião de fãs ao redor do mundo e movimentou as redes sociais brasileiras a cada novo episódio lançado pela Netflix. Na produção, uma escritora de livros infantis bastante peculiar, um enfermeiro que trabalha em um hospital psiquiátrico e seu irmão mais velho, com transtorno do espectro autista, precisarão enfrentar seus traumas e medos para conseguir vivenciar o amor e criar laços.
Poéticas, impactantes e com belas ilustrações, as obras da personagem Ko Moon-young são os fios condutores da trama e encantaram os espectadores. Agora, esses contos de fadas modernos chegam às mãos do público brasileiro, em narrativas perturbadoras e comoventes que abordam com honestidade e crueza temas como solidão, liberdade, tristeza e afeto.
Em Criança zumbi, um menino de pele muito pálida e olhos bem grandes nasceu num pequeno vilarejo. Conforme crescia, sua mãe percebeu que ele não tinha sentimentos e que sentia uma fome insaciável. Todo dia, ela roubava animais das casas vizinhas para dar à criança. Quando uma pandemia espalha a morte pelo lugar, a mãe se vê obrigada a tomar medidas inimagináveis para salvar a vida do filho.

terça-feira, 1 de junho de 2021

RESENHA: A Metade Perdida (Intrínsecos #30)

Do The New York Times - autora best-seller de As Mães, um novo romance impressionante sobre irmãs gêmeas, inseparáveis quando crianças, que no final das contas escolheram viver em dois mundos muito diferentes, um preto e um branco.
As irmãs gêmeas Vignes serão sempre idênticas. Mas depois de crescer juntos em uma pequena comunidade negra do sul e fugir aos dezesseis anos, não é apenas a forma de suas vidas diárias que é diferente quando adultos, é tudo: suas famílias, suas comunidades, suas identidades raciais. Dez anos depois, uma irmã mora com sua filha negra na mesma cidade do sul da qual uma vez tentou escapar. A outra secretamente passa por branco, e seu marido branco nada sabe de seu passado. Ainda assim, mesmo separadas por tantos quilômetros e tantas mentiras, os destinos das gêmeas permanecem interligados. O que acontecerá com a próxima geração, quando as histórias de suas próprias filhas se cruzarem?
Tecendo várias vertentes e gerações desta família, do Extremo Sul à Califórnia, dos anos 1950 aos 1990, Brit Bennett produz uma história que é ao mesmo tempo uma fascinante e emocionante história de família e uma brilhante exploração da história americana de passagem. Olhando muito além das questões raciais, A Metade Perdida considera a influência duradoura do passado à medida que molda as decisões, desejos e expectativas de uma pessoa e explora algumas das múltiplas razões e reinos em que as pessoas às vezes se sentem impelidas a viver como algo diferente as suas origens.

sábado, 1 de maio de 2021

RESENHA: O Menino Que Se Alimentava de Pesadelos (It’s Okay To Not Be Okay #1)

Com personagens cativantes e uma estética inovadora, o drama sul-coreano It’s Okay to Not Be Okay (Tudo bem não ser normal) conquistou uma legião de fãs ao redor do mundo e movimentou as redes sociais brasileiras a cada novo episódio lançado pela Netflix. Na produção, uma escritora de livros infantis bastante peculiar, um enfermeiro que trabalha em um hospital psiquiátrico e seu irmão mais velho, com transtorno do espectro autista, precisarão enfrentar seus traumas e medos para conseguir vivenciar o amor e criar laços.
Poéticas, impactantes e com belas ilustrações, as obras da personagem Ko Moon-young são os fios condutores da trama e encantaram os espectadores. Agora, esses contos de fadas modernos chegam às mãos do público brasileiro, em narrativas perturbadoras e comoventes que abordam com honestidade e crueza temas como solidão, liberdade, tristeza e afeto.