quinta-feira, 30 de maio de 2013

#BlogueirosPE discute: Adaptações literárias para o cinema



Oi pessoal!

Ontem, dia 29/05, realizamos mais um hangout. O assunto foi a adaptação dos livros para o cinema. Eu, Carissa (Carissa Vieira) e Thyeri (Restaurante da Mente) falamos um pouco nas nossas expectativas para as adaptações que serão lançadas esse ano e comentamos sobre alguns que já assistimos.




E vocês? Quais são suas expectativas, as adaptações que gostaram mais e as que não agradaram?

Abraços.

Monique Melo

RESULTADO: Mês das mães com os #BlogueirosPE




Oi pessoal!

Mais um sorteio dos #BlogueirosPE chegou ao fim! Vamos ver quem foi o sortudo?


Parabéns Dom Dom!

Obrigada a todos que participaram e não fiquem tristes se não ganharam desta vez. Ainda tem promoção rolando até o dia 31/05 e mês que vem tem mais sorteios dos #BlogueirosPE.

Abraços!

sexta-feira, 24 de maio de 2013

RESENHA: Entre o agora e o nunca


Monique Melo

“Camryn Bennett é uma jovem de 20 anos que desistiu do amor desde que Ian, seu namorado, morreu num acidente de carro há um ano. Sua melhor amiga, Natalie, é a única capaz de animá-la. Mas a relação entre as duas fica abalada quando o namorado de Nat revela à Camryn que está apaixonado por ela. Perdida, sem saber o que fazer, Camryn vai para rodoviária e pega o primeiro ônibus interestadual, sem se importar com o destino.
Mas o que ela não esperava era conhecer Andrew Parrish, um jovem sedutor e misterioso, a caminho para visitar o pai, que está morrendo de câncer. Andrew se aproxima da companheira de viagem, primeiro para protegê-la, mas logo uma conexão irresistível se forma entre os dois.
Camryn tenta lutar contra o sentimento, já que jurou nunca mais se apaixonar desde a morte de Ian. Andrew também tenta resistir, motivado pelos próprios segredos. Narrado em capítulos que alternam as vozes de Andrew e Camryn, Entre O Agora e O Nunca é uma história de amor e sexo, na qual os personagens testam seus limites, exploram seus desejos e buscam o caminho que os levará à felicidade.”

Eu curto histórias onde os personagens se conhecem por acaso e partem numa viagem sem um objetivo específico. J. A Redmerski constrói o enredo de Entre agora e o nunca com esta base, mas sua narrativa tem brilho próprio. A medida que vamos avançando na leitura, percebemos que essa viagem não é somente ligada a diversão e que ambos os personagens tem sua carga dramática, mesmo que tentem esconder isso o tempo todo.

Acho que intensidade define bem como é o relacionamento entre Andrew e Camryn. Conforme a narrativa se alterna entre eles, vemos como cada situação tem seu impacto no relacionamento dos dois. O envolvimento sexual entre eles é importante, mas não o foco. Na verdade, a impressão que tive é que o assunto geralmente possibilitava a ambos tratar de certas inseguranças e limitações pessoais, que não necessariamente tinha ligação com o ato. É evidente que a Camryn precisa superar muita coisa e o Andrew é descolado e vivido o suficiente para ajudá-la nisso, mesmo que uma parte de si ainda tenha relutância em se envolver com ela por seus próprios motivos misteriosos.

Gostei bastante dos dois personagens principais e suas personalidades. Eu me diverti muito com as tiradas e atitudes do Andrew e seu bom humor. A Camryn me surpreendeu em vários momentos e fiquei feliz cada vez que ela conseguia se superar. A única personagem que não me agradou de imediato foi a amiga da Camryn, Natalie. Achei que ela forçava a barra e não respeitava como a amiga se sentia, mas no momento que a Cam realmente precisou, ela mostrou seu valor.

Os personagens são críveis e os acontecimentos de fácil identificação, Entre o agora e o nunca é um livro de leitura rápida e com uma narrativa fluida  A linguagem utilizada é bem jovem, embora cheia de palavrões e expressões que não estamos exatamente acostumados a ver em livros, mas que foi um mudança bem vinda e achei que combina bem com o enredo onde os protagonistas já passaram dos 20 anos.

O final não foi exatamente ideal para mim, ficou um pouco clichê e acho que merecia ser melhor desenvolvido, mas me agradou e não acho que foge do apresentado durante todo o livro. Eu meio que fiquei assustada com um acontecimento e fiquei em choque até que... Bem, vamos dizer que acho melhor que vocês leiam e tirem suas próprias conclusões.

Sobre o livro:
Entre o agora e o nunca
Autora: J. A. Redmerski
Ano: 2013
Editora: Suma das Letras
Páginas: 368
Booktrailer:




terça-feira, 21 de maio de 2013

MANGÁ: Bakuman


Monique Melo
"Mashiro herdou o talento do tio para o desenho, ele passava os dias no marasmo, sempre rabiscando em seus cadernos a imagem de Miho Azuki, a colega de classe por quem é apaixonado. Um dia, Mashiro esquece um dos desenhos na sala de aula, e quem o encontra é Akito Takagi, o melhor aluno da turma. O sonho de Takagi é se tornar um roteirista de mangá; por isso, ele convida Mashiro para fazer as ilustrações para suas histórias.
Mesmo sem muita empolgação com a ideia no começo, Mashiro acaba aceitando quando descobre que o sonho de Azuki é se tornar uma dubladora. Ele, então, faz uma promessa à menina: irá criar um mangá de sucesso, para que vire um desenho animado e seja dublado por Azuki. Mas, antes desse sonho se concretizar, os dois não poderão se encontrar!
Apesar da história de amor entre Mashiro e Azuki como pano de fundo, Bakuman é focado no mundo da criação de mangás, desde a idealização de um roteiro, criação de personagens, até o processo editorial, os prazos de entrega, e diversas curiosidades sobre o mercado de HQs no Japão, sempre fazendo inúmeras referências aos quadrinhos e autores reais. Aliado ao traço habilidoso de Obata, e ao roteiro muito bem construído de Ohba, a série não se limita apenas aos bastidores da criação de mangás, mas também mostra o amadurecimento dos protagonistas, seus sonhos e suas frustrações."


Meu relacionamento super dependente com este mangá começou depois que o Thyeri (Restaurante da Mente) me indicou o anime (ou seria ficou me enchendo o saco?). Comecei a ver e viciei. Depois de duas temporadas de 25 capítulos cada e ansiosa demais para esperar a terceira e última, fui atrás do mangá. E cá estou em pleno luto por que no volume 20 lançado no Brasil pela editora JBC, Bakuman chegou ao fim.

Em primeiro lugar, Bakuman foge um bocado do conceito distorcido que muita gente tem em relação a mangá: não é de luta. Pelo menos, não é um tipo de luta com murros, pontapés, superpoderes, enfim: a luta que interessa aqui é o esforço. Esforço para realizar seus sonhos.

O que mais me fascinou em Bakuman é a forma realista que ele descreve o mercado editorial. Desde a construção do enredo até a forma que a aprovação e posterior publicação é realizada, tudo é abordado conforme Takagi e Mashiro (sob o pseudônimo de Ashirogi Muto) vão vencendo (ou perdendo) etapas necessárias para que consigam realizar seus sonhos. Unido as suas aspirações profissionais, várias questões pessoais são abordadas, principalmente no setor romântico (a única coisa que achei idealizada demais).
 Os personagens são ótimos! Além de bons protagonistas, os secundários são uma força a parte. Niizuma Eiji com certeza é uma figura engraçadíssima, mas que deve ser considera com grande atenção. Sua aparente inocência esconde um garoto que entende muito de mangá e que é um rival a ser batido. Como diria o Hattori, editor do Aishirogi Muto, ele é praticamente um paranormal do mangá.

Niizuma Eiji

Fukuda, Aoki, Hiramaru também são mangakás que, assim como os protagonistas, também sonham em viver de mangá. Certo, o Hiramaru nem tanto, ele quer uma vida calma, com luxo e que não precise trabalhar tanto. A relação profissional entre ele e seu editor rederam cenas muito engraçadas.
O traço do Obata é muito bom. Achei incrível como ele conseguia diferenciar o traço de cada mangaká que fez parte do anime, já que acompanhamos o desenvolvimento de cada história e a caracterização de alguns personagens. Também me impressionou a criatividade do Ohba. Quantas histórias diferentes ele imaginou para os mangás! Tiveram várias que eu adoraria que fosse realmente lançado. Também gostei do final da série que, embora sem surpresas, condiz com o desenvolvimento da história e com o amadurecimento dos personagens.
Mashiro e Takagi com 14 anos e com 24 anos.

Para quem acompanhou o mangá ou anime de Death Note (pasmem, eu nunca fiz nenhuma das duas coisas e estou esperando a edição de luxo que a JBC vai lançar para empobrecer enquanto conheço essa tão elogiada série), o talento do Tsugumi Ohba e do Takeshi Obata não é novidade, mas foi uma grata surpresa para mim. Bakuman é muito digno do dinheiro e do tempo que empreguei e espero ver mais coisas dessa dupla fantástica.

Sobre o mangá:
Bakuman
Série: 20 volumes (finalizado no Japão e no Brasil)
Roteiro: Tsugumi Ohba
Arte: Takeshi Obata
Editora brasileira: JBC
Páginas de cada volume: aproximadamente 200

Capas brasileiras volume 1 a 10

Capas brasileiras volume 11 a 20

segunda-feira, 20 de maio de 2013

#BlogueirosPE discute: Mangás


Oi pessoal!

O Hangout dos #BlogueirosPE este domingo falou de um tema que eu adoro: mangás! Batemos um papo sobre como começamos a nos interessar por os quadrinhos japoneses e os que mais gostamos. Participaram deste hangout eu (Monique), Carissa (Carissa Vieira) e o Thyeri (Restaurante da Mente). Confiram abaixo como foi nossa conversa.




Vocês leem mangás? Quais são seus preferidos? Gostaríamos muito de saber!

Abraços!

segunda-feira, 13 de maio de 2013

RESENHA: Meu Amor, Meu Bem, Meu Querido


Fabiana Araújo


Ruby é uma adolescente de 16 anos como outra qualquer. Tímida, ela se esforça em passar despercebida.  Chamar atenção é tudo o que ela não quer. Sendo filha de pais separados, a menina tenta administrar as emoções da mãe todas às vezes em que o pai resolve dar o ar da graça. Essas aparições sempre acabam desestabilizando o que ela e seu irmão tanto se esforçaram para manter. E assim ela vai vivendo.  Até conhecer Travis, um garoto rico e bonito que desperta a curiosidade de uma cidade inteira. Porém, essa atração pode não ser um bom sinal e Ruby acaba se envolvendo em situações de grande perigo. Preocupada com a filha Ann resolve intervir de um modo bem inusitado.

Parece mais uma estória do universo infanto-juvenil com os mesmos ingredientes de sempre: garota certinha apaixona-se pelo cara errado e a mãe tenta controlar o envolvimento não é verdade? Mas não é. Então o que diferencia a estória? A resposta é simples: ‘Rainhas Caçarolas’! rsrs Acredite, o livro seria bem comum se não fosse por causa desse grupo de discussão literária. Eles são os responsáveis pelo ‘brilho’ do livro. Imagina participar de um grupo de literatura e descobrir que conhece a protagonista do romance que você esta lendo? Saber que tem a chance de fazer parte do enredo e mudar os acontecimentos?

Outro ponto que me cativou bastante foram os personagens. Ruby, embora tenha me irritado a maior parte do tempo, é dona de um sarcasmo que surpreende e diverte o leitor. As cenas dela com seu irmão Chip Jr são bem engraçadas. Os dois só perdem para Harold e Peach, que se provaram os idosos mais ‘crianças’ do mundo. Adorei as discussões e peças que um pregava no outro desde que apareceram na narrativa. Ann, a mãe, é outra personagem que passei a maior parte do livro censurando. Tem dó de mim, Chip, o pai, é um idiota de marca maior. Eu nunca xinguei tanto um personagem na minha vida. Que ódio. (Serio,era tanta raiva que foi tenho certeza que deixaria o Hulk orgulhosa). Porem, embora ela tenha me irritado bastante ela é uma daquelas mães que fazem toda a diferença na vida dos filhos entende? Quando percebe que Ruby esta com problemas, Ann tenta de todas as formas ajudar a filha a passar por tudo. Isso sem reprimi-la ou impor sua vontade. Deb Caletti encontrou um modo bem único de trabalhar a relação das mãe e filha sem censurar, ou criticar. Elas se ‘descobrem’ durante o livro de um modo bem único. Adorei a troca e a mensagem que isso deixou pra mim. 

O diferencial do livro no entanto é o grupo literário , Rainhas da Caçarola, que a autora inseriu no enredo. Um grupo de idosos com o qual  Ann se reúne uma vez por semana para discutir literatura muito prazeroso acompanhar as travessuras de alguns, o humor, ate mesmo as limitações. Embora Deb aborde o assunto de maneira bem sutil a mensagem que fica é que mesmo limitados fisicamente os mais velhos ainda tem uma vida, podem amar, ensinar, se divertir...

O livro é curto, os capítulos pequenos e a narrativa bem leve, dinâmica e divertida. Não é um daqueles livros que você termina e pensa: ‘Nossa esse livro mudou a minha vida!’ mas os personagens são bem cativantes e divertidos que ele acaba ganhando um lugar especial no seu coração. Adorei 


Booktrailer:



Sobre o livro: 
Titulo: Meu amor, Meu bem, Meu querido
Autor: Deb Caletti
Editora: Novo Conceito
Ano: 2013
Páginas: 238

quarta-feira, 8 de maio de 2013

RESENHA: No limite da atração


Monique Melo

“Ninguém sabe o que aconteceu na noite em que Echo Emerson, uma das garotas mais populares da escola, se transformou em uma “esquisita” cheia de cicatrizes nos braços e alvo preferencial de fofocas. Nem a própria Echo consegue se lembrar de toda a verdade sobre aquela noite terrível. Ela só gostaria que as coisas voltassem ao normal.
Quando Noah Hutchins, o cara lindo e solitário de jaqueta de couro, entra na vida de Echo, com sua atitude durona e sua surpreendente capacidade de compreendê-la, o mundo dela se modifica de maneiras que ela nunca poderia ter imaginado. Supostamente, eles não têm nada em comum. E, com os segredos que ambos escondem, ficar juntos vai se mostrar uma tarefa extremamente complicada. No limite da atração é um livro envolvente sobre o amor de duas pessoas que estão perdidas e que juntas tentam desesperadamente se encontrar.”

Quero deixar claro aqui que ignorar o título brasileiro é necessário. Ao lê-lo, é fácil cometer o erro de pensar que o livro se trata de um tema erótico, mas é tão diferente disso!

O Noah tem um histórico terrível de lares adotivos e, além de lidar com isso, tem a trágica perda dos pais e a separação dos irmãos. Dentro da sua conturbada vida, ele tenta a todo custo manter o que restou da sua família unida, mas tem de enfrentar bastante obstáculos. É o típico personagem que parece durão, mas que é um ótimo garoto. Adorei a sua construção e torcia sempre para  que desse tudo certo para ele. E, preciso admitir que ele me fez chorar próximo do final do livro. Sua dor e, principalmente, seu amor me emocionaram.
                                                                                                    
A Echo sofre com um recente trauma, o qual ela ainda não lembra os detalhes. Além disso, precisa corresponder as expectativas do pai dominador e enfrentar todo dia a escola onde todos só fazem fofoca sobre ela. Uma personagem carismática, embora não tanto quanto o Noah, mas me fez torcer o livro todo para que ela tomasse as rédeas da sua própria vida e pudesse, enfim, ter um pouco da normalidade que ela tanto desejava.

A assistente social funciona como ponto de partida para que Noah e Echo enfrentem sua realidade e a vejam sobre outra perspectiva. Suas sessões explicam muito do que aconteceu com cada um, a medida que acompanhamos a luta dos dois para enfrentar seus problemas. A autora desenvolveu essas sessões muito bem e essas partes foram bem interessantes de ler.

A autora levantou assuntos sérios e conseguiu falar sobre eles sem perder a leveza nas partes que ela se fazia necessária, assim como a seriedade quando as cenas pediam. Seus personagens foram bem desenvolvidos, críveis e tão cativantes, que era impossível não ficar na torcida esperando que eles conseguissem um equilíbrio para sua rotina. A linguagem utilizada é muito fluida e a narração alternada entre Echo e Noah é bem fácil de acompanhar.

No limite da atração é um ótimo livro e mistura bem o drama, o romance e os poucos, mas ótimos, momentos engraçados. Este livro faz parte de uma série que contém, até o momento, quatro livros onde cada um tem como protagonistas personagens que apareceram no primeiro livro (Lila, Beth e Isaiah). Espero que Crossing the Line não demore a ser lançado no Brasil.

Série Pushing the Limits:
Livro 1: No limite da atração
Livro 1.5: Crossing the line
Livro 2: Dare you to
Livro 3: Crash into you (ainda não lançado no EUA)

Sobre o livro:
Volume: 01
Autor: Katie McGarry
Editora: Verus
Ano: 2013
Páginas: 364
Booktrailer:



sexta-feira, 3 de maio de 2013

RESENHA: Príncipe Mecânico (As peças infernais #2)

Monique Melo

Tessa Gray não está sonhando. Nada do que aconteceu desde que saiu de Nova York para Londres — ser sequestrada pelas Irmãs Sombrias, perseguida por um exército mecânico, ser traída pelo próprio irmão e se apaixonar pela pessoa errada — foi fruto de sua imaginação. Mas talvez Tessa Gray, como ela mesma se reconhece, nem sequer exista. O Magistrado garante que ela não passa de uma invenção. Para entender o próprio passado e ter alguma chance de projetar seu futuro, primeiro Tessa precisa entender quem criou Axel Mortmain, também conhecido como Príncipe Mecânico.

Como eu já disse em outra resenha sobre um livro da Cassandra Clare, sou muito suspeita para falar do que ela escreve e se for sobre "As peças infernais" acho que isso se acentua. Apesar de amar Os Instrumentos mortais, essa série supera e muito sua antecessora.

Senti que este livro foi mais focado na investigação sobre o paradeiro e passado do Magistrado e a influência de suas ações sobre o Instituto de Londres e seus líderes, o jogo político de poder e orgulho, do que na aventura em si. Eu gostei bastante desse aspecto, já que a autora conseguiu continuar com o ritmo alucinante do livro anterior.

Outro foco é a história pessoal de cada personagem. Quem já leu algo da Cassandra, sabe que ela não deixa nem os personagens secundários sem explicação sobre suas atitudes. Ela resgata isso neste segundo livro também e muito da personalidade de cada personagem é exposto assim como muitas explicações sobre suas atitudes são dadas. O mais explorado neste quesito foi Will Herondale e foi doloroso, fascinante e agonizante saber sobre a vida dele antes dos Caçadores de Sombra.

Tessa também está em busca de saber quem e o que ela realmente é. Como uma jovem forte, ela encara tudo com o máximo de determinação e sempre contando com a compreensão de Jem. O Jem é sempre aquela pessoa que se pode confiar, mas que também tem seus problemas para enfrentar. O que mais gostei no personagem neste livro foi a determinação dele em buscar o que seu coração queria.

O Jem e o Will também emocionam com sua relação de parabatai. É incrível como os dois tem um no outro um irmão, uma pessoa que arrisca tudo, inclusive a própria vida, para que o outro se sinta bem. A forma que cada um sofre pela agonia do outro é tão intensa que só torna ainda mais cruel o fato dos dois terem encontrado o amor na mesma mulher.

Sei que muita gente detesta triângulos amorosos, mas o apresentado em Peças Infernais é simplesmente um dos mais dinâmicos e bem feitos que já li. Passei a leitura toda mudando de opinião sobre os casais, me senti dividida o tempo todo e, no fundo, gostaria que a Tessa pudesse ficar com seus dois pretendentes porque eles merecem igualmente seu amor.

Não posso deixar de comentar também o quanto é legal ter personagens que amam ler e que vivem citando algo dos livros que gostam. Eu saí anotando alguns títulos que tinham citações interessantes para ler depois. E cada capítulo também começa com uma citação e eu adoro essas coisas.

Fico sempre espantada o quanto a Cassandra consegue surpreender. Ela sempre tem uma forma diferente de explicar e apresentar sua ideias e isso deixa seus livros cada vez melhores. E o final (nossa, o final!) me deixou com o coração doendo e ansiosa para saber como tudo vai acabar (tenho muitas ideias sobre o que vai acontecer, mas aposto que a Cassie vai mandar todas por terra). Ainda bem que a Galera Record vai lançar o terceiro e último livro ainda este ano. Leiam!

Série "As Peças Infernais":
2. Príncipe Mecânico
3. Princesa Mecânica (lançamento previsto para o segundo semestre)

Sobre o livro:
Série: As peças infernais
Volume: 02
Ano: 2013
Editora: Galera Record
Páginas: 408
Booktrailer:

quinta-feira, 2 de maio de 2013

RESULTADO: Sorteio Kit Bella Andre



Oi pessoal!


Em primeiro lugar, gostaria de agradecer a participação de todos! Agora vamos a sorteada:

a Rafflecopter giveaway

Parabéns, Cristiane! Você tem 48h para responder ao email com seu endereço.

Quem não ganhou, não fique triste. Tem mais dois sorteios rolando, participem!

PROMOÇÃO: Famílias do autor Roque Neto





Oi pessoal!



O Roque Neto, autor de Porque Eu Amei e Narciso: Tédio e Fúria, está lançando seu primeiro livro voltado para crianças, o Famílias:



"Este livro mostra de uma forma leve e divertida os vários exemplos de famílias que podem existir. E o pequeno leitor entende, a cada página virada, que o que realmente importa não é a cor da pele, o número de irmãos ou as preferências dos pais, mas sim o amor que todos sentem uns pelos outros."



E os BlogueirosPE estão sorteando um exemplar entre seus leitores! Para participar basta preencher o formulário abaixo. Qualquer dúvida podem deixar nos comentários:



a Rafflecopter giveaway


O sorteio começa hoje e vai até o dia 31/05.

Boa sorte!

quarta-feira, 1 de maio de 2013

SORTEIO: Mês das Mães com os #BlogueirosPE




Oi pessoal!


O dia das Mães está chegando! Se você, desde pequeno, já foi inserido neste mundo da literatura por elas, nada mais justo do que livros para estas divas! Ou até pra você, caro participante, que já é mãe. E se não for, mais uma desculpa para ganhar livros de graça! rsrsrsrs
As regras são bem simples, basta segui-las, preencher o fomulário abaixo e aproveitar as chances extras.


a Rafflecopter giveaway



O sorteio começa hoje 01/05 e vai até o dia 26/05.

Boa sorte!