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domingo, 5 de março de 2023

RESENHA: Violeta

Isabel Allende, autora best-seller do New York Times, apresenta neste romance arrebatador a épica história da centenária Violeta Del Valle, uma mulher que testemunhou toda a efervescência do século XX.
Violeta veio ao mundo em um dia tempestuoso de 1920, a primeira menina em uma família com cinco filhos. Desde o início, sua vida foi marcada por acontecimentos extraordinários: ainda era possível sentir os efeitos da Grande Guerra quando a gripe espanhola chegou ao seu país, pouco antes do seu nascimento.
A família saiu ilesa dessa crise, mas não conseguiu enfrentar a seguinte. A Grande Depressão transformou totalmente a vida urbana que Violeta conhecia. Sua família perdeu tudo e foi forçada a se mudar para uma parte mais remota do país. Lá, ela cresceu e terá seu primeiro pretendente.
Violeta narra sua história em uma carta a pessoa que mais ama nessa vida, contando decepções e casos amorosos, momentos de pobreza e riqueza, terríveis perdas e imensas alegrias, sempre permeando grandes eventos da história: a luta pelos direitos das mulheres, a ascensão e queda de tiranos e, em última análise, não uma, mas duas pandemias.
Contada pelos olhos de uma mulher apaixonada, determinada e com senso de humor, Isabel Allende – autora de A casa dos espíritos, Muito além do inverno, Longa pétala de mar, entre outros – nos conduz por uma vida turbulenta na forma de um romance épico, inspirador e profundamente emocionante.

quarta-feira, 11 de dezembro de 2019

RESENHA: A casa dos espíritos

O maior sucesso de Isabel Allende, agora com novo projeto gráfico. A casa dos espíritos é tanto uma emblemática saga familiar quanto um relato acerca de um período turbulento na história de um país latino-americano indefinido. Isabel Allende constrói um mundo conduzido pelos espíritos e o enche de habitantes expressivos e muito humanos, incluindo Esteban, o patriarca, um homem volátil e orgulhoso, cujo desejo por terra é lendário e que vive assombrado pela paixão tirânica que sente pela esposa que nunca pode ter por completo; Clara, a matriarca, evasiva e misteriosa, que prevê a tragédia familiar e molda o destino da casa e dos Trueba; Blanca, sua filha, de fala suave, mas rebelde, cujo amor chocante pelo filho do capataz de seu pai alimenta o eterno desprezo de Esteban, mesmo quando resulta na neta que ele tanto adora; e Alba, o fruto do amor proibido de Blanca, uma mulher ardente, obstinada e dotada de luminosa beleza. As paixões, lutas e segredos da família Trueba abrangem três gerações e um século de transformações violentas, que culminaram em uma crise que levam o patriarca e sua amada neta para lados opostos das barricadas. Em um pano de fundo de revolução e contrarrevolução, Isabel Allende traz à vida uma família cujos laços privados de amor e ódio são mais complexos e duradouros do que as lealdades políticas que os colocam uns contra os outros.

sexta-feira, 18 de janeiro de 2019

RESENHA: O que o inferno não é

Um romance do autor de Branca como leite, vermelha como sangue. A escola chegou ao fim, e o verão se abre à frente de Federico, tal como Palermo, sua deslumbrante e misteriosa cidade. Enquanto se prepara para estudar em Oxford, o garoto de 17 anos encontra 3P, o professor de religião, padre Pino Puglisi. Ele não se ofende, sorri. 3P o convida a ajudá-lo com as crianças do seu bairro antes que ele viaje. 
Quando Federico atravessa a passagem de nível que separa Brancaccio do restante da cidade, ainda não sabe que nesse exato instante começa sua nova vida, a verdadeira. À noite, volta para casa sem bicicleta, com os lábios arrebentados e a sensação de ter descoberto uma realidade totalmente estranha, mas que lhe concerne de perto. 
É o emaranhado de ruelas controladas pela Cosa Nostra. É também onde moram muitos que não renunciam à esperança de uma vida que os leve tão longe quanto a bola que recebe um chute muito forte. Seu romance de estreia, Branca como o leite, vermelha como o sangue (2011) inspirou o filme homônimo, realizado dois anos mais tarde. É também autor de Coisas que ninguém sabe, publicado pela Bertrand Brasil em 2013.

quarta-feira, 22 de abril de 2015

Lemos na Fábrica: Março 2015


Olá! Vamos as leituras de Março? Fiquei bem animada com o que li, as férias realmente deram bons resultados!

domingo, 2 de dezembro de 2012

RESENHA: Branca como o leite, vermelha como o sangue


Monique Melo

“Leo é um garoto de dezesseis anos como tantos: adora o papo com os amigos, o futebol, as corridas de motoneta, e vive em perfeita simbiose com seu iPod. As horas passadas na escola são uma tortura, e os professores, “uma espécie protegida que você espera ver definitivamente extinta”. Apesar de toda a rebeldia, ele tem um sonho que se chama Beatriz. E, quando descobre que ela está terrivelmente doente, Leo deverá escavar profundamente dentro de si, sangrar e renascer para a vida adulta que o espera.”

Esse livro tem um enredo lindo. Muito poético e com analogias a cor que me encantaram, a narrativa do autor me prendeu de uma forma que foi bem difícil parar de ler. Sua escrita fluida e contemporânea instiga a leitura e vicia o leitor.

quarta-feira, 14 de março de 2012

RESENHA: Asas (Fadas #1)


Monique Melo
Laurel tem estranhos hábitos alimentares e sempre consegue se adaptar a temperatura da mais alta a mais baixa. Isso no geral não lhe causa nenhum problema, mas quando ela detecta um caroço crescendo em suas costas, começa a descobrir muito da sua origem com a ajuda de David, seu amigo de escola. Além estranho caroço, alguns acontecimentos mudam a rotina de Laurel e a levam a descobertas sobre um mundo que ela não imaginava existir. Um mundo cheio de novidades e perigos que Laurel vai ter que enfrentar.
“- Então, use o que quiser. Se suas roupas são o bastante para afastar possíveis amigos, então é porque não são o tipo de amigos que você quer ter.” – Página 13