“Há quase dois anos, o namorado de Kiera, Denny, é tudo que ela sempre quis; apaixonado, carinhoso e totalmente dedicado. Quando os dois se mudam para outra cidade a fim de começar uma nova vida, Denny no emprego de seus sonhos, Kiera numa conceituada universidade, tudo parece perfeito. Mas então, um imprevisto separa o feliz casal. Sentindo-se sozinha, confusa e carente, Kiera se aproxima de Kellan Kyle, o sexy e sedutor vocalista de uma banda de rock. No começo, ele é apenas um amigo em cujo ombro ela pode chorar suas mágoas, mas, à medida que sua solidão aumenta, o relacionamento ganha força. Até que, uma noite, tudo muda... e nenhum deles jamais será o mesmo.”
A primeira coisa que chama atenção nesse livro é a capa. Uau. Batendo palpas pra saúde das pessoas porque, né? U.A.U! A segunda foi essa frase de destaque: ‘O que fazer quando você se apaixona pelo cara perfeito, mas já está amando o cara certo?’. Gente, que é isso? Que amante de romance não ia querer logo levar o livro pra casa?! E como se não bastasse mais incentivo ainda uma nota dizendo que se o leitor gostou de ‘Belo Desastre’ iria se apaixonar por ‘Intenso Demais’. Oiêee, estavam mesmo falando comigo. E lá foi Fabi, super animada, pegar o livro pra ler.
“Kitty Logan tem 32 anos e aos poucos está perdendo
tudo o que conquistou: sua carreira está arruinada; seu namorado a deixou sem
um motivo aparente; seu melhor amigo está decepcionado com ela; e o principal:
sua confidente e mentora está gravemente doente.
Antes de morrer, Constance deixa um mistério nas mãos de Kitty que pode ser a
chave para sua mudança de vida: uma relação de nomes de pessoas desconhecidas.
É com base neles que Kitty deverá escrever a melhor matéria de sua carreira.
Quando começa a ouvir o que aquelas pessoas têm a dizer, Kitty aos poucos
descobre as conexões entre suas histórias de vida e compreende por que foi
escolhida para dar voz a elas.”
Quem já viu o filme ‘P.S: eu te amo’na certa ficou no mínimo curioso para conhecer as outras obras da Cecelia Ahern. O filme é tão maravilhoso que é impossível não se apaixonar e já correr em busca de novas estórias. Meu primeiro contato com a literatura da autora no entanto foi com ‘O livro do amanha’ (resenha aqui) que por sinal foi uma ótima experiência e ‘A lista’ não deixou a desejar. Pelo contrario, estou ansiosa para conhecer outros livros da Cecelia. \o/
“Quando voltou das férias de verão, Cadu não
imaginava a confusão em que a sua vida se transformaria. Era para ser um ano
normal, mas ele entrou em uma enrascada e está correndo o risco de perder a
amizade do cara mais legal do mundo. O que fazer quando a namorada do seu amigo
vira uma obsessão para você?
Os churrascos da turma da faculdade talvez ajudem a esquecer Juliana, e, se
depender do esforço do divertido Caveira, não faltarão garotas gente boa para
preencher o coração de Cadu.
Mas não adianta forçar... Quem consegue mandar no coração? Alice, a irmã de
Beto, é só mais uma das dores de cabeça que Cadu tem que enfrentar. A vida
inventa cada cilada!”
Esse é o meu segundo contato com a escrita da Graciela, o
primeiro livro que li da autora foi ‘Até eu te encontrar’ (resenha aqui). Ai
gente a ideia central de ‘A namorada do meu amigo’ é tão legal, a sinopse não
fez por merecer. Adorei o modo como a autora iniciou a estória, lembrando a infância
dos personagens, do amor não correspondido de Juliana por Cadu. Foi uma
fofurinha acompanhar os diálogos inocentes dos dois. (Da Juju pelo menos porque
o Cadu era meio malvado rsrs). Eles conseguiram me fazer lembrar da minha época
de criança, da minha primeira paixonite por um garoto da rua onde eu morava.
Eita época boa!!! #nostalgicamodoon
“Para Kate Klein, que, meio por acaso, se tornou mãe de três filhos, o subúrbio trouxe algumas surpresas desagradáveis. Seu marido, antes carinhoso e apaixonado, agora raramente está em casa. As supermães do play-ground insistem em esnobá-la. Os dias se passam entre caronas solidárias e intermináveis jogos de montar. À noite, os melhores orgasmos são do tipo faça você mesma.
Quando uma das mães do bairro é assassinada, Kate chega à conclusão de que esse mistério é uma das coisas mais interessantes que já aconteceram em Upchurch, Connecticut, nos últimos tempos. Embora o delegado tenha advertido que a investigação criminal é trabalho para profissionais, Kate se lança em uma apuração paralela dos fatos das 8h45 às 11h30 às segundas, quartas e sextas, enquanto as crianças estão na creche.
À medida que Kate mergulha mais e mais fundo no passado da vítima, ela descobre os segredos e mentiras por trás das cercas brancas de Upchurch e começa a repensar as escolhas e compromissos de toda mulher moderna ao oscilar entre obrigações e independência, cidades pequenas e metrópoles, ser mãe e não ser.”
"O lago místico - Esposa e mãe perfeita, Annie vê o seu mundo desabar de uma hora para outra quando é abandonada pelo marido.
A
fuga momentânea é para Mystic, a pequena comunidade onde ela cresceu e
onde o seu pai ainda vive. Lá, Annie começa a se reerguer novamente,
descobrindo o amor por si mesma, por um velho amigo solitário e por uma
garotinha que acaba de perder a mãe.
Tudo está se encaixando na vida
de Annie. Nick e Izzy se tornaram uma parte importante de seu processo
de cura, e ela também se tornou essencial para a sobrevivência da
relação entre pai e filha. Até que o seu ex-marido reaparece... e a
tranquilidade rapidamente dá lugar ao desespero."
Para aqueles que ainda não tiveram nenhum contato com Hannah
devo confessar que a sinopse acima não faz jus ao livro. A impressão que o
leitor tem é que seria mais um desses dramas corriqueiros que lotam o mercado editorial e
seria apenas mais do mesmo. Porém, não se deixem enganar, o livro é ótimo, os
personagens únicos e a 'caminhada' emocionante. Mas deixa eu parar de babar no
livro e tentar explicar o porque de tanto amor reunido né? HAHAHA Claro que vou
tentar ser o mais objetiva possível para evitar os spoilers então...
“Ana decidiu viver permanentemente na Krósvia, e tudo está
às mil maravilhas. Além do namoro cada vez mais sério com Alexander, ela tem um
emprego fixo na embaixada brasileira e dedica parte de seu tempo às meninas do
Lar Irmã Celeste.
Mesmo cumprindo tantos compromissos sociais como princesa, Ana nunca foi tão
feliz. Porém, de uma hora para outra, tudo muda. Seu pai, o rei Andrej Markov,
sofre um grave acidente e vai parar na UTI. Não resta alternativa: Ana vai ter
que assumir o trono da Krósvia e governar a nação.
Pouco – ou quase nada – familiarizada com a função, ela vai precisar de ajuda
não só para reger o seu país, mas também para manter perto de si aqueles que
ama. Muita gente está interessada no seu fracasso.”
Que eu adorei ‘Simplesmente Ana’ (resenha aqui) não é
segredo para ninguém, e como boa fã de continuações não via a hora de
reencontrar personagens tão queridos e divertidos. E foi com essa ansiedade que
peguei o livro pra ler. E Marina Carvalho atendeu bem às minhas expectativas. O
livro segue bem a linha do anterior com uma narrativa leve, engraçada e cheia
de atrapalhações. E gente, socorro pro prólogo!!! A
autora não teve pena nenhuma. Judiou. Fiquei louca, mal acreditando no que lia, como a maior cara de WTF?
Chocadíssima. Quando você acha que tudo são flores e muito romance a coroa despenca na sua cabeça! o.O
“Depois de construir uma sólida carreira como
detetive particular - especializado em casos de infidelidade -, Rafe Sullivan
perdeu a fé nas relações humanas. As únicas histórias de amor verdadeiro que
conhece são a dos seus pais e as dos seus primos, que Vivem na Califórnia.
Quando Rafe precisa sair de Seattle para descansar e esfriar a cabeça, sua
irmã, Mia, sugere uma temporada na cidadezinha onde a família costumava passar
as férias de verão. No cenário de sua infância, Rafe reencontra Brooke Jansen,
que, de garotinha doce e inocente, transformou-se em uma mulher de beleza
incomum.
Nenhum dos dois consegue ignorar o clima de sedução, e é Brooke quem toma a
iniciativa: ela propõe a Rafe um caso de verão, sem amarras nem cobranças. Rafe
luta para convencê-la de que eles devem continuar sendo apenas amigos... embora
ele mesmo não esteja 100% convencido disso.”
Esse calorão e eu pego Bella Andre pra ler. Sinceramente
Fabiana, sinceramente: BAD IDEA. E passo
o dia por conta: primeira leitura finalizada de 2015 porque quando o assunto são
os Sullivans apreciamos sem moderação! Eita saudades que não tem fim dessa família HAHAHA Mas confesso que estava meio receosa com esse novo ‘clã’ de
Sullivans. Eu não sabia bem o que esperar e sou tão apegada ao clã de São Francisco
que não sabia bem como reagiria aos primos, o clã de Sullivans de Seatle: Rafe, Mia, Ian, Adam
e Dylan. Mas é claro que Bella Andre nunca decepciona e os personagens prometem
ser tão apaixonantes quanto aos dos livros anteriores. Vamos falar do
primeiro deles...
Rafe Sullivan embora seja um investigador particular se
mostrou um mistério em pessoa. Eita homem pra despertar curiosidades viu? Bella
soube bem como apresentar esse homão pra gente em doses homeopáticas. Esbanjando
sensualidade, segredos e presença ele é o típico macho alfa que não acredita em
amor verdadeiro. Não depois de lidar com ‘traições’ todo o dia em seu trabalho.
Não até reencontrar Brooke, anos depois. Brooke é outra caixinha de surpresas.
É curiosa como Bella tem a sensibilidade de retratar tão bem as mulheres em
seus livros, elas são tão reais, tão decididas, seguras do que querem mas sem,
em momento algum, perder sua sensibilidade. E Brooke é exatamente assim: forte,
resolvida, sensível e uma mulher que amadureceu e se redescobriu durante o
livro. É uma delicia ver o amadurecimento dos dois personagens ao longo da
narrativa, acompanhar o quanto um completa o outro.
Claro que se trata de mais um livro com várias cenas sensuais e picantes, esse em particular com uma pimentinha a mais devido aos 'gostos' atípicos do protagonista. A principio achei que seria mais um desses livros voltados para fantasias do tipo '50 tons de cinza', mas comparado a este 'O jeito que me olha' é bem mais sutil por assim dizer. Enfim, a narrativa esta mais voltada para o lado sedutor a meu ver. E imagine toda essa estória dosada a base de chocolate. Ai aiii, ótima dica de leitura meninas. Ansiosa para ler o livro da Mia.
"Axi Moore é
uma garota certinha, estudiosa, bem comportada e boa filha. Mas o que ela mais
quer é fugir de tudo isso e deixar para trás as lembranças tristes de um lar
despedaçado. A única pessoa em quem ela pode confiar é seu melhor amigo,
Robinson. Ele é também o grande amor de sua vida, só que ainda não sabe disso.
Quando Axi convida Robinson para fazer uma viagem pelo país, está quebrando as
regras pela primeira vez. Uma jornada que parecia prometer apenas diversão e
cumplicidade aos poucos transforma a vida dos dois jovens para sempre. De
aventureiros, eles se tornam fugitivos. De amigos, se tornam namorados. Cada um
deles, em silêncio, sabe que sua primeira viagem pode ser também a última, e
Axi precisa aceitar que de certas coisas, como do destino, não há como fugir.
Comovente e baseado na própria vida do autor, este livro mostra que, por mais
puro e inocente que seja, o primeiro amor pode mudar o resto de nossas vidas.”
Este foi o meu primeiro contato com a escrita de James
Patterson. Apesar do burburinho que o autor tem gerado na literatura com seus
livros ainda não tinha me interessado em parar pra ler alguma sinopse. Não
sabia sequer em que gênero o autor se enquadrava. Claro que ‘Primeiro Amor’ foi
uma boa surpresa pra mim.
Embora saibamos que o livro foi escrito a duas mãos,por
James Patterson e Emily Raymond, a
narrativa é bem coesa, não deixa o leitor confuso, ou perdido, não causando
estranheza. A obra parece estar sendo contada por uma única pessoa. Os capítulos
são curtos e embora Axi adore um vocabulário atípico a narrativa é bem fluida.
Os personagens são um
brilho a parte: adoro o sarcasmo de Axi e as piadinhas de Robinson. Os dois
formam um par perfeito, daqueles que dispensam palavras, que se entendem com um
só olhar. É impossível não se apaixonar por ambos, torcer por eles e devorar
paginas atrás de paginas acompanhando-os em sua aventura. O que mais prendeu
minha atenção na narrativa (além do romance é claro HAHAHA) foi o modo como os
autores souberam dosar e conciliar o passado/presente. A dosagem não poderia
ter sido mais perfeita.
Como nem tudo são flores, preciso dizer que fiquei meio decepcionada com
o final, achei um tanto corrido. Queria saber mais sobre o ‘depois’, como as
coisas ficariam depois de todos aqueles acontecimentos. Claro que quando fechei
o livro já tentei imaginar um monte de cenas, mas a minha imaginação é um tanto
limitada. Infelizmente. Enfim, acho que a Emily Raymond deveria ter dado o ar
da graça e assumido as rédeas do livro. #aquelas HAHAHA Afinal essa não é a área
dela? Deixa eu parar por aqui.
Recomendo o livro pra quem adora um romance fofinho, divertido
e não vou mentir: ‘chorante’. Foi um vexame porque terminei de ler esse livro
na volta pra casa e chorei horrores dentro do ônibus. Lindo! E ah, para quem
não gosta de spoilers uma dica: deixem pra ler a dedicatória do autor quando terminarem
a leitura.
“Erik não procura mais a garota dos seus sonhos. Vive em busca de adrenalina e de uma razão para continuar cumprindo tarefas obscuras. Ele sabe que é muito bom no que faz e não vê nada que possa ser melhor do que os seus dias repletos de perigo. O que Erik não esperava é que sua paixão por correr riscos seria a sua ruína. Ameaçado, ele precisa fugir para o exterior e viver disfarçado de cidadão comum, trabalhando como advogado em uma grande empresa. Marina comanda o império da família depois de seu pai ter sucumbido ao mal de Alzheimer. Precisa suportar ver os pais tombarem diante da ação implacável do tempo, enquanto ainda carrega a ferida provocada pela morte do jovem marido. Com o comando das empresas nas mãos, ela percebe que nem todas as atividades da corporação obedecem aos manuais de boa conduta. Quando ambos se encontram, presente e passado se misturam, dando início a um mistério arrebatador que os atrai a uma paixão incontrolável. No entanto, os segredos, cedo ou tarde, virão à tona e os colocarão em lados opostos da balança. Nenhum dos dois é inocente, mas será que eles aceitarão as verdades que tanto se empenham em esconder? É possível construir um futuro mesmo depois de descobrir que nesta história não há mocinha nem herói?”
"Alyssa Gardner ouve os pensamentos das plantas e
animais. Por enquanto ela consegue esconder as alucinações, mas já conhece o
seu destino: terminará num sanatório como sua mãe. A insanidade faz parte da
família desde que a sua tataravó, Alice Liddell, falava a Lewis Carroll sobre
os seus estranhos sonhos, inspirando-o a escrever o clássico Alice no País das
Maravilhas. Mas talvez ela não seja louca. E talvez as histórias de Carroll não
sejam tão fantasiosas quanto possam parecer. Para quebrar a maldição da loucura
na família, Alyssa precisa entrar na toca do coelho e consertar alguns erros
cometidos no País das Maravilhas, um lugar repleto de seres estranhos com
intenções não reveladas. (...) Ninguém é o que parece no País das Maravilhas.
Nem mesmo Alyssa...”
Eu adoro releituras. Para alguns o fato de já conhecer a
estória pode parecer um tanto chato, porque querendo ou não já sabemos onde ela
terminará. Porém, o que me fascina é o ‘entorno’, como a autora direciona o
enredo e os fatos que ela modificapara
nos conquistar, para nos manter cativos e envolvidos em sua narrativa. Então,
quando peguei ‘O lado mais sombrio’ pra ler me peguei ainda mais atraída e
curiosa tentando imaginar como a autora iria conduzir o enredo daquela
historinha fofa que toda criança um dia parou pra ver ou ouvir. E com o avançar
da leitura minhas expectativas só não foram correspondidas como aumentavam a
cada capítulo.
O destino do Ponto Ômega é desconhecido. Todas as pessoas com quem Juliette se importa podem estar mortas. Talvez a guerra tenha chegado ao fim antes mesmo de ter começado. Juliette foi a única que restou no caminho do Restabelecimento. E sabe que, se ela sobreviver, O Restabelecimento não sobreviverá. Entretanto, para destruir O Restabelecimento e o homem que quase a matou, Juliette vai precisar da ajuda de alguém em quem nunca pensou que pudesse confiar: Warner. Enquanto eles lutam juntos para combater o inimigo, Juliette descobre que tudo que ela pensava saber sobre seu poder, sobre Warner e até mesmo Adam era uma mentira.”
Último livro e eu toda empolgada pra ler. #Sóquenão. Não
depois de tanto incentivo vindo das amigas (né Belinha? Ainda chocada com as
suas ameaças o.O) Brincadeiras à parte tenho de confessar que esperava mais.
Vou tentar não soltar spoilers, porém, já fica avisado que, como se trata do último livro da trilogia, esta resenha pode conter algum spoiler dos livros
anteriores!
“Neste eletrizante conto da trilogia Estilhaça-me,
descubra o que aconteceu com os rebeldes do Ponto Ômega após lutarem contra o
Reestabelecimento. Fragmenta-me é contado do ponto de vista de Adam,
respondendo as principais dúvidas dos leitores após grande final de Liberta-me.
Enquanto o Ponto Ômega prepara para lançar um ataque-surpresa contra os
soldados do Reestabelecimento a postos no Setor 45, o foco de Adam está bem
longe do campo de batalha. Ele está se recuperando do rompimento com Juliette,
apavorado pela vida do seu melhor amigo e preocupado como sempre com a
segurança do seu irmão James. E justo quando Adam começa a pensar se aquela
vida é mesmo para ele, o alarme soa. É hora de começar a guerra. No campo de
batalha, é como se tudo estivesse a seu favor – mas derrubar Warner, não é fácil. O Reestabelecimento não
tolera rebeliões, e por isso fará qualquer coisa para massacrar a resistência...
inclusive matar a todos que são importantes para Adam. Fragmenta-me prepara o
leitor para as emoções de Incendeia-me, o explosivo final da série distópica de
Tahereh Mafi.”
Sabe o que mais me atrai na narrativa da Bella Andre? O fato
de ela conseguir num ato simples e comum como uma família precisar de alguém para
cuidar de seu cachorro enquanto viajam e transformar o evento em uma linda
estória de amor. E apimentadíssima por
sinal HAHAHA
Gabe implorou a seu irmão para aceitar cuidar de Ternurinha
por duas semanas enquanto viajava com sua família. Claro que Zack relutou o
quanto pôde mas não poderia deixar de atender a um pedido de ajuda de Summer.
Mas por mais charmosa que sua sobrinha fosse não justificava o quão travessa
poderia ser sua filhote. Ela o estava enlouquecendo.Agnes, uma velha amiga, lhe recomendou uma educadora de animais e é
aí que Zack vai conhecer Heather. A mulher que vai mudar sua vida logo no primeiro instante.
A cada volume que leio dessa série fico ainda mais apaixonada e surpresa com o quanto a autora tem a nos oferecer. Sempre com personagens únicos, envolventes, quentes (mecânico dessa vez? #ui) E com tanto a nos mostrar e inspirar.
Ele
não a corrigiu. Não disse que era mais do que um mecânico, e sim o donode quarenta franquias da Sullivan Autos
espalhadas por toda a costa oeste.
-E,
só para deixar bem claro –ela acrescentou –Você faz meu tipo.
Agora
era a vez de Zack dizer:
-É bom ver que você se tornou treinadora de
cães em vez de uma política.
Você
não sabe mentir, Heather.
Ela
empurrou sua cadeira para trás e Zack percebeu que ela estava irritada quando
jogou o restante da pizza no lixo.
-O
que foi? Você acha que é tão irresistível que não existe uma única mulher no
mundo que não queira ficar com você?
-Tenho
certeza de que existe alguma–disse ele
com a voz tranqüila enquanto se levantava –Mas você não é essa mulher.
Zack e Heather formam um casal perfeito. Zack me surpreendeu bastante com sua personalidade atirada, todo cheio de si, auto confiante ao extremo e pelo amor e modo como ele sempre respondia? Ele só faltava soltar fumaça, por onde quer que passava atraia olhares. Foi gostoso conhecer junto com Heather seu lado sombrio, aquele que mesmo uma família tão unida desconhecia. Andre acertou em cheio com esse casal pois conseguiu mesclar os problemas familiares de ambos, tão distintos, mas que no fim não poderiam se encaixar e fazer tanto sentido quanto os dos dois.
Um diferencial desse livro é que a autora aborda um tema bem
sério como a 'auto-mutilação' se baseando na relação de Heatler com pai durante sua adolescência. Claro que a abordagem é bem tênue pois não é esse o foco do livro. Embora o livro seja de temática predominantemente erótica Bella Andre sempre
aproveita suas estórias para abordar temas sérios como esse. Adoro isso.
As cenas de amor continuam tão quentes e sensuais quanto aos
volumes anteriores. Esperem por muito romantismo e sensualidade de ambos os
lados. Assim como nos volumes anteriores o personagens não planejam se
apaixonar mas eles não medem esforços para seduzir. E no fim o leitor sempre acaba sendo fisgado também. Super recomendo. Ansiosa pelo
livro do Ryan. <3
Sinopse skoob: "Liberta-me é o segundo livro da trilogia de Tahereh Mafi. Se no primeiro, Estilhaça-me, importava garantir a sobrevivência e fugir das atrocidades do Restabelecimento, em Liberta-me é possível sentir toda a sensibilidade e tristeza que emanam do coração da heroína, Juliette. Abandonada à própria sorte, impossibilitada de tocar qualquer ser humano, Juliette vai procurar entender os movimentos de seu coração, a maneira como seus sentimentos se confundem e até onde ela pode realmente ir para ter o controle de sua própria vida. Uma metáfora para a vida de jovens de todas as idades que também enfrentam uma espécie de distopia moderna, em que dúvidas e medos caminham lado a lado com a esperança, o desejo e o amor. A bela escrita de Tahereh Mafi está de volta ainda mais vigorosa e extasiante."
Melhor distopia do mercado na minha humilde opinião. Dentre
as séries distópicas que acompanho,
entre elas ’Delírio’ e ‘Jogos Vorazes’, Estilhaça-me é minha queridinha. A
melhor narrativa, o melhor enredo, os melhores personagens. Todo o amor e babação do mundo <3
Lanore é uma imortal, nada pode tirar sua vida ou feri-la gravemente, exceto Adair, o homem quem lhe concedeu a vida eterna. Depois de descobrir os planos de Adair para Jonathan, o homem que ela sempre amou, Lanny aprisionou seu mestre em uma parede no sótão de sua antiga casa onde ninguém jamais o encontraria. Até o momento.
“Adair estava livre. O dia que eu tanto temia finalmente chegara. Sempre pensava no que faria quando Adair escapasse da prisão em que eu o trancara. Agora que o dia tinha chegado, não sabia o que fazer, pois não havia nada a ser feito: não havia como impedir o que não podia ser impedido” pág. 31
Depois de passar mais de 200 anos aprisionado e alimentando ódio e vingança por Lanore, Adair deseja sua súdita de volta. Ele quer que ela pague por esses anos de confinamento, por tê-lo traído e desprezado seu amor. Por ter aberto mão de sua vida juntos por Jonathan.
Sinopse skoob:"Hillary Van Wetter foi preso pelo homicídio de um xerife sem escrúpulos e
está, agora, aguardando no corredor da morte. Enquanto espera pela
sentença final, Van Wetter recebe cartas da atraente Charlotte Bless,
que está determinada a libertá-lo para que eles possam se casar. Bless
tentará provar a inocência de Wetter conquistando o apoio de dois
repórteres investigativos de um jornal de Miami: o ambicioso Yardley
Acheman e o ingênuo e obsessivo Ward James.
As provas contra Wetter são inconsistentes e os escritores estão
confiantes de que, se conseguirem expor Wetter como vítima de uma
justiça caipira e racista, sua história será aclamada no mundo
jornalístico. No entanto, histórias mal contadas e fatos falsificados
levarão Jack James, o irmão mais novo de Ward, a fazer uma investigação
por conta própria. Uma investigação que dará conta de um mundo que se
sustenta sobre mentiras e segredos torpes.
Best-seller do The New York Times, Paperboy é um romance gótico sobre a
vida aparentemente sossegada das cidades do interior. Um thriller tenso
até a última linha, que fala de corrupção e violência, mas que, ao mesmo
tempo, promove uma lição de ética."
Enfrentando uma
ressaca literária há quase dois meses peguei esse livro pra tentar ler. Não foi
uma decisão muito inteligente, mas como este livro ganhou uma adaptação com
Nicole Kidman achei que, dos que eu tinha aqui pra ler, seria o que mais me
animaria. O livro tem um estilo bem diferente do que estou acostumada a ler,
achei curioso o fato do autor só nos revelar o nome de seu narrador-
personagem 40 páginas depois do início da estória. E também o fato de ser um livros sem divisão de capítulos rsrs
Confesso que gostei mais da construção dos personagens e
toda a sua carga psicológica do que do enredo em si. Embora o autor tenha
conseguidonos apresentar uma narrativa
envolvente e misteriosa, na minha opinião, ele deixou a desejar nos detalhes do desfecho. O
leitor termina o livro se perguntando o porquê de certos acontecimentos,
ou que destino levou tal personagem. Como sou uma leitora curiosa fiquei com essa sensação de 'mas acabou?' Volta aqui e me conta o que houve com...
Falando em personagens meu favorito é Charlotte Bless! Aham, depois de analisar muito essa 'louca' é a minha favorita. rsrs Pete Dexter foi certeiro ao criá-la, meio que não sabemos o que raios se passa na
cabeça dessa mulher que se mostra tão atraída e envolvida por foras da lei, presidiários e afins. Ela é seduzida pela estória de Hillary, afirma que ele é inocente e quer se casar com ele mesmo toda uma cidade e a justiça tento o condenado a cadeira elétrica. Um outro personagem que merece destaque logo que aparece éWard. Um jornalista meticuloso que não
descansa enquanto não desvenda todos os mistérios, investiga cada fato e vai
atrás de cada resposta para suas perguntas.Mesmo que isso possa o colocar em perigo.
Uma trama psicológica que vai prender a atenção do leitor. Não recomendo o livro e nem o filme para menores de idade, pois ambos contêm cenas de violência, apelo sexual e temas inadequados.
Sobre o filme: Em 2012 'Paperboy' ('Obsessão' no Brasil) chegou as telinhas americanas com Nicole Kidman no papel de Charlotte Bless e John Cusack como Hillary Van Wetter. Tive a oportunidade de conferir a adaptação e os atores arrasaram em seus papel, conseguiram captar perfeitamente os personagens. Para as fãs do ator Jac Efron ele passa metade do filme em trajes baixos. Mas quem sou eu pra reclamar não é mesmo?