
sábado, 28 de maio de 2011
RESENHA: Bilionários por Acaso - A criação do Facebook

RESENHA DEZESSEIS LUAS (BEAUTIFUL CREATURES #1)

Quando Lena chegou a Gatlin, eu só tinha certeza de uma coisa: ela não se parecia com ninguém que o pessoal daqui já vira. E as diferenças não estavam apenas na aparência.
Eu tinha certeza que já havíamos nos encontrado antes, talvez nos sonhos. É, sei que parece idiota, mas eu vinha sonhando com alguém há tempos, alguém que eu não conhecia, alguém que, no sonho, precisava ser salva, ou tipo isso.
Antes de Lena eu estava contando os meses para deixar Gatlin, mas agora era diferente: havia Lena. E havia algo entre nós, uma atração que eu não conseguia explicar. Eu precisava conhecê-la melhor e entender o que eu estava sentindo. Mas, para me aproximar, teria que enfrentar o tio com fama de louco dela; Amma, nossa governanta supersticiosa, que tinha praticamente me criado; meu pai, que desde a morte de minha mãe só ficava trancado no escritório “trabalhando”; meus amigos e inimigos, as garotas populares da escola...
E ainda havia o segredo, um tipo de segredo que não ficaria oculto por muito tempo em um lugar como Gatlin, um tipo de segredo que pode mudar tudo a sua volta...
Com protagonistas interessantes e cativantes, Dezesseis Luas traz um novo tipo de seres sobrenaturais: os conjuradores (indivíduos que tem poderes distintos ente si). No primeiro volume da série Beautiful Creatures, as autoras Margaret Stohl e Kami Garcia nos apresentam Ethan Wate E Lena Duchannes, um mortal e uma conjuradora, dois adolescentes lutando para continuarem juntos em meio as diferenças.
Não é muito comum ler um livro narrado por um garoto, mas o Ethan não é um protagonista cansativo e é inteligente e determinado. Antes mesmo de conhecer Lena, já tinha em mente a forma deturpada que as pessoas de Gatlin se comportavam, mesmo que ele não expusesse sua opinião. Convive com a morte recente da mãe, com o pai perturbado pelas lembranças da esposa e com Amma, que o cria em meio a muitas superstições e pensa muito no dia que vai deixar a cidade onde nasceu.
Já a Lena é uma mistura de pessoa sensível e forte. Criativa, doce e inteligente, só gostaria de ser uma garota normal e poder ir a escola e ter amigos como qualquer pessoa. Mas Lena é uma Conjuradora, uma Natural muito poderosa a espera, com muito receio, do dia onde sua natureza conjuradora e seu destino serão definidos.
Particularmente eu amei todo o mito criado em torno dos conjuradores e adorei os vários tipos descritos no livro. A especialidade de cada um e as particularidades do uso de seus poderes foram bem legais de se ler e me deixaram bem curiosa sobre até que ponto o poder de cada um pode chegar.
Os personagens secundários também são bons e acrescentam bastante no enredo, os meus preferidos foram Macon, Marian, Link, Boo e Tia Del. E a Amma? Ela é I-N-C-R-Í-V-E-L (oito na horizontal). Ela cuida do Ethan como se fosse filho dela, amando-o, mantendo-o alimentado e o protegendo com um ou outro talismã que afasta maus espíritos. Também é responsável por momentos bem engraçados (ela é praticamente uma vigia do Ethan! E as conversas dela com Macon Ravewood são ótimas) e cada aparição dela nos lembra que, até mesmo senhoras cheias de manias, tem seus mistérios e muita sabedoria para compartilhar.
O enredo é bem construído e tudo é bem interligado. Todos os acontecimentos estão dentro das informações dadas no livro e a seqüência dos fatos é bem definida. O final, como não poderia deixar de ser, é bem agitado, com muitas revelações e atitudes inesperadas, mas também deixa suas cota de questionamentos para o segundo livro.
Ponto ruim? Acho que as autoras foram um tanto repetitivas em explorar “coisas que só acontecem em Gatlin”. A cidade é toda condicionada a história civil e as suas próprias regras ultrapassadas e sem noção e dá para entender isso sem tantas explicações e comparações, mas isso não deixa o livro arrastado, só não achei necessário. Vamos ver se isso se repetirá no segundo livro.
Sobre o livro:
Livro: Dezesseis Luas
Série: Beautiful Creatures
Volume: 01
Autoras: Kami Garcia e Margaret Stohl
Ano: 2011
Editora: Galera Record
Páginas: 490
quarta-feira, 18 de maio de 2011
Tá chegando a TARDE SOBRENATURAL
segunda-feira, 16 de maio de 2011
RESENHA: Chama Negra

Nem vampiros e nem anjos. Alyson Noel decidiu escrever uma história diferente sobre imortais, ao optar por uma abordagem mais espiritista, com direito a fantasmas, vidas passadas, carmas, chakras e comportamentos mediúnicos. Esses termos e os conceitos utilizados no livro que rodeiam a imortalidade dos personagens, são mais conhecidos por mim e deixam a história um pouco mais próxima da realidade (não que eu acredite que existam imortais, mas muita coisa no livro é mais real do que em livros de outros autores).
E é nesse ambiente de espiritismo e de crenças diversas que participamos da vida de Ever, uma adolescente que perdeu a família (pais, irmã e cachorro) em um acidente no qual ela foi a única sobrevivente e vive com a tia. No livro Chama Negra, o quarto livro da série Os Imortais da autora Alyson Noel, exploramos a confusão de elementos da vida de Ever. A impossibilidade de tocar o namorado, a ex-melhor amiga transformada em imortal, o chefe lindo que tem uma ligação com suas vidas passadas, a volta de Ava, a permanência das gêmeas Romy e Rayne no mundo terreno e uma atração incontrolável por Roman, fruto de uma falha na realização de um feitiço. Ever tenta reverter os problemas de sua vida. No entanto, ao mesmo tempo em que esses elementos trazem reviravoltas interessantes e até esperanças para a vida da garota, também geram muito sofrimento e frustração, uma vez que Ever percebe que não pode controlar tudo nem todos.
E por mais que os elementos citados acima façam do livro algo um pouco mais interessante que o volume anterior – Terra das Sombras -, a série perdeu um pouco da empolgação dos primeiros livros. Chama Negra nos deixa com a impressão de que a história ficará na mesmice, ao repetir um ciclo no qual pessoas vingativas que perderam seu amor querem descontar a sua frustração na felicidade de Ever e Damen. Além disso, ao mesmo tempo em que deparamos com uma Ever egoísta e mudada, com possibilidade de ser atraída por outras pessoas além de Damen (algo que seria promissor), percebemos o esforço da personagem para que tudo dê certo com sua história de amor, o que também não é muito emocionante.
Acredito que, por mais que a autora escreva bem, o livro parece travado o tempo todo, com poucas surpresas e muitos clichês. Isso deixou a leitura um pouco mais cansativa. Como ainda não sei como termina a série, não posso dar uma opinião completa sobre o futuro desenrolar da história. Só espero que a emoção e novidades do primeiro e segundo livro reapareçam e esquentem a série Os Imortais novamente…
sexta-feira, 13 de maio de 2011
RESENHA: Cidade das Cinzas
quarta-feira, 11 de maio de 2011
RESENHA: Terra de Sombras

Ever, no momento desse livro, tenta levar sua vida normalmente. E Damen está feliz por finalmente encontrar o amor da sua vida. No entanto, Ever carrega o peso de suas decisões anteriores e agora não pode tocar seu namorado (Damen) sem colocar a vida dos dois em perigo – graças a Roman. E com pouca coragem para compartilhar esse momento sombrio com Damen, Ever inicia uma busca individual por respostas e soluções. Isso aumenta a quantidade de segredos que ela tem que esconder não só de sua tia, como também de seus melhores amigos e até de Damen.
O livro pode ser considerado um obstáculo na série como um todo. Parece que a autora vacilou um pouco durante Terra das Sombras – sinto como se a Alyson Noel precisasse “encher linguiça” da série.
E acho que isso contribui para que eu criasse uma certa antipatia em relação à personagem principal. Uma vez que o livro gira em torno das tentativas egoístas da Ever de tocar o namorado novamente, das inseguranças pedantes da personagem principal e de sua falta de coragem de confiar nas pessoas certas, observa-se que a leitura é cansativa. Até as viagens a Summerland, responsáveis por tantas respostas nos livros anteriores, não trazem adições interessantes a história: tudo sem graça, sem novidades, sem AÇÃO... acho que esse é o pior problema do livro, uma vez que Terra das Sombras passa mais a impressão de um romance esquecido em um sebo qualquer do que um livro de uma série bestseller.
Depois desse livro, desanimei um pouco com a série... no entanto as capas continuam lindas e tentadoras e me fazem querer ler (acho que ainda tenho esperanças de que ela irá melhorar a história)!
Pra saber mais, acesse o site da Ed. Intrinseca AQUI
domingo, 8 de maio de 2011
RESENHA: Tormenta (Lauren Kate)

"Ela não estava com frio nem com medo. Sentia-se livre de tudo o que a atormentava na Terra. Livre do perigo, livre de qualquer dor que já sentira. Livre da gravidade. E tão apaixonada. Os lábios de Daniel traçaram uma linha
quarta-feira, 4 de maio de 2011
RESENHA: Água para Elefantes Livro x Filme

EVENTO: Guia Ilustrado Crepúsculo

terça-feira, 3 de maio de 2011
EVENTO: Tarde Sobrenatural
